Um estudo recente liderado pelos Drs. William Makis, Paul Marik, Ilyes Baghli e outros cientistas da FLCCC (Frontline COVID-19 Critical Care Alliance) apresenta um protocolo pioneiro para o tratamento de cânceres utilizando medicamentos reaproveitados, como ivermectina, mebendazol e fenbendazol. Publicado em uma revista revisada por pares em 19 de setembro de 2024, o protocolo tem mostrado resultados promissores no combate a diferentes tipos de câncer. "Espero que este artigo revisado por pares estabeleça as bases para um novo futuro para o tratamento do câncer", escreveu o Dr. Makis no tweet. "Muitos de vocês sabem que tenho ajudado milhares de pacientes com câncer com altas doses de ivermectina, mebendazol e fenbendazol. Já estamos começando a ver sucessos incríveis com esses medicamentos reaproveitados." Para ajudar a remediar isso e, ao mesmo tempo, impedir a propagação do câncer turbo, os indivíduos são aconselhados a parar de tomar toda e qualquer "vacina" COVID. Se uma pessoa já tem câncer, o novo artigo de Makis et al. recomenda o seguinte:
Medicamentos Reaproveitados no Combate ao Câncer
Esses medicamentos, originalmente usados para tratar parasitas a mais de 30 anos como a ivermectina, têm demonstrado potencial no tratamento de cânceres de baixo, médio e alto grau. As dosagens recomendadas são ajustadas conforme a gravidade do câncer:Ivermectina, dosagem:
- Câncer de Baixo grau: 0,5 mg/kg, 3 vezes por semana.
- Câncer de Grau intermediário: 1 mg/kg, 3 vezes por semana.
- Câncer de Alto grau: 1-2 mg/kg diariamente.
- Câncer de Baixo grau: 200 mg/dia.
- Câncer de Grau intermediário: 400 mg/dia.
- Câncer de Alto grau: 1.500 mg/dia.
- Câncer de Alto grau: 1.000 mg, 3 vezes por semana.
Além disso, o estudo sugere que o abandono das vacinas COVID pode ser uma medida preventiva contra esses tipos agressivos de câncer.
Um Novo Futuro para o Tratamento do Câncer
O protocolo está sendo celebrado por médicos e pacientes, que relatam casos de sucesso mesmo em condições consideradas irreversíveis. Os autores esperam que este estudo inspire novos avanços no tratamento de cânceres e destaque o papel de medicamentos reaproveitados na oncologia.Embora ainda sejam necessários mais estudos, o protocolo abre caminhos para alternativas menos invasivas e mais acessíveis no combate ao câncer. Consulte sempre um profissional de saúde ante de iniciar qualquer tratamento!