Um suplemento acessível e amplamente disponível, o zinco, pode ajudar a encurtar a duração do resfriado comum em cerca de dois dias, segundo uma nova análise conduzida pela prestigiada Colaboração Cochrane, no Reino Unido.
A revisão analisou dados de oito ensaios clínicos com mais de 900 voluntários e trouxe evidências que reforçam os benefícios do mineral no combate aos sintomas respiratórios. (Veja também: O zinco é uma bala que mata vírus COVID-19: Protocolo do Dr. Zelenko)
O papel do zinco no alívio dos sintomas
Disponível em comprimidos, pastilhas e cápsulas, o zinco é comercializado há décadas como um auxílio natural contra tosses e infecções sazonais. O levantamento da Cochrane concluiu que a utilização do composto pode acelerar a recuperação em aproximadamente 48 horas.
Apesar disso, os autores alertam que as análises apontam para reações adversas leves em alguns indivíduos, como náuseas e irritação gástrica ou na mucosa oral.
Experimente este suplemento otimizado com Cálcio + Magnésio + Zinco + Vitamina D3 + Vitamina K2, BioVitamin - Saiba mais - Veja mais sugestões em nossa Loja Vitrine Escolhidos
A Dra. Susan Wieland, coordenadora da investigação, apontou a necessidade de novos trabalhos científicos: “As evidências ainda precisam de validação robusta. Precisamos de testes adicionais que investiguem as dosagens mais assertivas para determinar o real potencial terapêutico do mineral.”
O que dizem as evidências sobre prevenção e gravidade
Além de medir o tempo de duração da enfermidade, os cientistas buscaram entender se o suplemento seria capaz de amenizar a intensidade do quadro ou impedir o contágio. Contudo, os dados coletados em 15 análises preventivas foram considerados inconclusivos.
Os especialistas também destacaram que o consumo sem critério deve ser evitado. O ideal é conversar com um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação, prevenindo choques com outros compostos farmacológicos.
Cenário do consumo no Brasil
No mercado nacional, o nutriente tem forte presença em farmácias e lojas especializadas. Opções como Cebel Zinco Quelato e Max Titanium Zinco lideram as buscas em grandes redes de drogarias e plataformas digitais como a Amazon Brasil.
A alta procura costuma ocorrer nos meses mais frios do ano, período em que a população busca alternativas para blindar o organismo. (Veja também: Zinco e COVID - como o zinco pode ajudar na sua resposta imunológica)
Conforme aponta o portal Tua Saúde, o elemento químico participa ativamente de reações metabólicas essenciais, sendo receitado para otimizar as defesas do corpo, além de auxiliar na integridade da pele e dos cabelos.
Cuidados e recomendações práticas
A redução de dois dias no ciclo da doença representa um ganho interessante para a rotina, mas o mineral não substitui hábitos básicos como descanso adequado e hidratação constante.
O acompanhamento médico permanece indispensável, especialmente para pessoas que fazem uso contínuo de medicamentos ou possuem condições crônicas. (Veja também: Zinco aumenta a imunidade e ajuda a regenerar células imunológicas, segundo estudo)
Considerações finais
A nova revisão traz uma perspectiva otimista sobre o uso do zinco como apoio em quadros virais leves. Embora o acesso facilitado encoraje o uso por conta própria, a orientação especializada continua sendo o caminho mais seguro para obter resultados consistentes sem comprometer o bem-estar.