Recentemente, o governo aprovou, sem muita discussão pública, o Projeto de Lei 1847/24, que basicamente autoriza o confisco/roubo autorizado de recursos bancários supostamente “esquecidos” e depósitos judiciais não reclamados.
Esses fundos, que somam mais de R$ 20 bilhões, poderão ser utilizados como receita pelo governo. A justificativa dada é que essa medida visa compensar a desoneração da folha de pagamento, um benefício para as empresas que reduz os encargos trabalhistas.
O interessante disso tudo é que o quebra cabeça se move num tipo de conluio armado ou armadilha: O Supremo Tribunal Federal (STF) também decidiu que os bancos devem fornecer dados bancários sigilosos de seus clientes aos estados, o que levanta preocupações sobre a privacidade e o sigilo bancário. Essa medida permite que as autoridades tenham acesso a informações financeiras dos cidadãos, aumentando o controle do governo sobre os recursos particulares.
O que são esses “fundos esquecidos”?
Esses valores incluem, por exemplo, contas bancárias inativas, heranças não reclamadas e saldos de programas sociais como o PIS/Pasep. Quando um cidadão deixa de movimentar sua conta bancária ou não solicita valores devidos após um certo tempo, esses montantes são classificados como “esquecidos”, e, portanto, o governo poderá roubar sob o pretexto de confisco. Em outras palavras, pelo projeto aprovado, se os donos desses recursos não reclamarem dentro de um prazo estabelecido, o governo poderá tomar posse desse dinheiro e utilizá-lo no orçamento federal.
Impactos na vida dos cidadãos
Para o cidadão comum, isso pode significar que, se ele ou seus herdeiros não estiverem atentos, poderão perder o direito a acessar recursos financeiros que lhes pertencem por direito. Uma herança bancária, por exemplo, poderá ser apropriada pelo governo se não for reclamada a tempo.
Atenção! Deputado Luiz Philipe de Orleans e Bragança alerta 2 medidas extremamente prejudiciais à cidadania.
— Fátima Pessoa 🇧🇷💯🇧🇷 (@FtimaPesso2719) September 12, 2024
1- Acaba com o sigilo bancário ( STF)
2- Confisco do dinheiro parado ou disputa judicial. ( Governo) pic.twitter.com/Hd02PCe1O4
A crítica da oposição
A oposição, liderada por deputadas como Bia Kicis e Adriana Ventura, argumenta que a aprovação desse projeto ocorreu “na calada da noite”, sem um debate amplo com a sociedade. Para elas, a medida é uma violação dos direitos dos cidadãos, que podem perder seus recursos sem sequer saber que estão em risco. Elas também questionam a imposição de novas obrigações sobre empresários, como a declaração de benefícios fiscais, o que pode gerar multas pesadas.
O governo, por outro lado, defende que a medida é uma forma de equilibrar as contas públicas sem aumentar impostos diretamente. Segundo o ministro da economia, Fernando Haddad, o uso desses fundos não altera as regras de contabilidade pública e segue padrões internacionais.
Com isso não bastando, o governo quer confiscar terras que estão sendo criminalmente incendiadas por possíveis grupos criminosos:
ALERTAMOS: Grupos criminosos a mando de poderosos para usar regra de 3, cria um problema, o povo geme, e governo dá a solução armadilha - Saiba mais em nosso artigo: Quem Está Por Trás das Chamas? A Verdade Oculta Sobre as Queimadas na Amazônia https://t.co/Wvv7fRxGG5 pic.twitter.com/2KzxTwe2kg
— Coletividade Evolutiva (@ColetividadeEv) September 13, 2024
Vejam aí como o conluio corrupto do Brasil armaram a armadilha. Aprovaram confiscar/ roubo autorizado de contas bancarias. Aprovaram a liberação do sigilo bancário, e agora começaram Confiscar/ roubando as contas e o dinheiro das empresas de Elon Musk... Aí vem agora o confisco de Terras e mais.... Isso é a ponta do iceberg que nos espera.
Vejam aí como o conluio corrupto do Brasil amaram a armadilha. Aprovaram confiscar/ roubo autorizado de contas bancarias e a liberação do sigilo bancário, agora começaram Confiscar/ roubando as contas e o dinheiro das empresas de Elon Musk. Agora o confisco de Terras e mais... pic.twitter.com/SURgdjOlFG
— Coletividade Evolutiva (@ColetividadeEv) September 13, 2024