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A Farsa do Aquecimento Global: CO2, Controle Social e a Agenda Globalista

A Agenda Globalista por Trás da Farsa do Aquecimento Global: Impostos sobre o CO2, Eliminação da Agricultura Convencional e o Controle da População

A Farsa do Aquecimento Global: Impostos sobre o CO2 e Seu Respirar, Eliminação da Agricultura e o Controle da População

O chamado "aquecimento global" e as políticas a ele associadas têm sido utilizados como uma ferramenta de manipulação geopolítica, com objetivos muito mais profundos e perigosos do que uma simples preocupação ambiental. O que está realmente em jogo é a criação de um sistema global de controle que visa limitar as liberdades individuais, suprimir a agricultura convencional e, de forma alarmante, controlar a própria vida humana.

Uma das principais estratégias globalistas é a implementação de um imposto mundial sobre o dióxido de carbono (CO2), incluindo "seu respirar" e sua "pegada de carbono". Em vez de promover soluções reais para a preservação ambiental, o foco está em fazer com que a população mundial pague por sua "pegada de carbono", algo impossível de evitar, já que o CO2 é um subproduto natural da respiração humana e animal. A pegada de carbono é uma das ferramentas utilizadas pela Agenda 2030 para medir o impacto ambiental das atividades humanas e promover ações (impostos, estilos de vida e regras obrigatórias) para supostamente reduzir as emissões de CO2, mas, na realidade, visa impor regras, impostos e medidas ambientais contra a humanidade e para controle. Aqui está uma animação sobre o dólar digital e o que estamos alertando:

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— O Divergente | Fábio Allves (@fabioallvesce) December 16, 2024

De acordo com um relatório recente da empresa de viagens Intrepid Travel, em colaboração com o meteorologista de tendências The Future Laboratory, a implementação de "licenças pessoais de carbono" na forma de passaportes de carbono restringiria o número de viagens anuais permitidas às pessoas. Isso se alinha ao orçamento global de carbono estabelecido em 750 bilhões de toneladas até 2050.

Isso incluiria, segundo os defensores dessa agenda, um imposto sobre o ar que respiramos, sob a justificativa de que as emissões de CO2 "prejudicam" o planeta. Para aqueles que questionam ou se opõem a esse imposto, o rótulo de "terrorista do clima" é rapidamente aplicado, tornando qualquer dissidência praticamente impossível.

Em sua busca por controlar todos os aspectos da vida humana, a agenda globalista também visa eliminar a agricultura convencional, essencial para a produção de alimentos em grande escala. Em seu lugar, promovem alternativas como a alimentação baseada em carnes falsas feitas em laboratórios, vermes e insetos — produtos que podem ser patenteados e controlados por um grupo de superpoderosos do mundo. Essa mudança radical na alimentação tem o objetivo de "salvar o planeta", mas, na realidade, é uma forma de controlar o que as pessoas podem consumir, restringindo ainda mais suas liberdades. A eliminação das fontes tradicionais de alimentação e a imposição de dietas alternativas são apenas mais uma peça do grande quebra-cabeça de controle global.

A Culpabilização da Respiração Humana

Recentemente, até mesmo o New York Post começou a promover estudos que alegam que a respiração humana é um fator relevante para o aquecimento global. Um estudo publicado na revista PLOS afirma que a respiração humana exala metano e óxido nitroso, gases que, embora em concentrações pequenas, contribuem para o aquecimento global, segundo a reportagem. Essa narrativa ignora o fato de que os humanos, assim como todos os seres vivos, são parte de um ciclo natural de gases na atmosfera, e que a verdadeira questão do aquecimento global reside em práticas industriais e corporativas, como a queima de combustíveis fósseis, desmatamento e poluição industrial – mesmo que seu impacto não destrua o planeta como afirmam os "psicopatas do clima".

A Manipulação do Medo e da Culpa para Controlar a População

Patrick Moore, cofundador do Greenpeace no Canadá, revelou recentemente, em uma entrevista ao Breitbart News, que o movimento do aquecimento global é uma farsa orquestrada por globalistas e eugenistas sociais. Segundo Moore, táticas de medo e culpa estão sendo usadas para manipular as massas, fazendo com que a população se sinta responsável por problemas que, na verdade, são causados por grandes corporações e políticas governamentais. Ele explicou que as pessoas são levadas a acreditar que suas ações diárias, como dirigir ou consumir, estão destruindo o planeta e matando seus filhos, um medo exacerbado por campanhas de marketing e pela mídia.

O Verdadeiro Alvo: O Controle Social e a Redução da População

O objetivo final desse movimento globalista não é realmente salvar o meio ambiente, mas sim implementar um sistema de governança global que elimina as liberdades individuais. Em um mundo onde a automação, inteligência artificial e reconhecimento facial se tornam onipresentes, a mão de obra humana se tornaria obsoleta. A ideia é criar um sistema totalitário, onde as pessoas seriam forçadas a abandonar seus carros, eliminar o consumo de carne e até aceitar dietas alternativas compostas por vermes e insetos.

O controle sobre a população não para por aí. A introdução de vacinas mRNA, que têm sido administradas em massa, pode ser uma ferramenta de controle ainda mais insidiosa. Há alegações crescentes de que essas vacinas têm efeitos colaterais que podem enfraquecer lentamente a saúde da população, contribuindo para uma redução populacional que, em 10 anos, poderia eliminar metade da população mundial. Esse cenário apocalíptico pode não estar tão distante quanto muitos imaginam.

A Farsa do Aquecimento Global: Culpa das Corporações, Não da População

Enquanto isso, a narrativa promovida pela grande mídia desvia a atenção dos verdadeiros culpados. As grandes corporações que produzem plásticos, desmatam florestas para cultivar carvão e espalham aerossóis químicos sobre nossas cabeças estão sendo ignoradas. Em vez disso, a responsabilidade está sendo transferida para a população comum, que é culpabilizada por "prejudicar" o planeta. Se o aquecimento global fosse real, esses seriam os responsáveis diretos, não as pessoas que vivem suas vidas cotidianas.

O aquecimento global é, sem dúvida, uma farsa criada por aqueles que desejam estabelecer um governo global totalitário. As alegações sobre a respiração humana como uma ameaça ao clima, a imposição de impostos sobre CO2 e a promoção de dietas alternativas são apenas os primeiros passos dessa agenda. Para proteger nossas liberdades e garantir um futuro onde a autonomia pessoal seja preservada, é fundamental que as pessoas acordem para os verdadeiros objetivos dessa agenda globalista e resistam a ela, exigindo soluções genuínas para os problemas ambientais.

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