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Mel Gibson expõe Ivermectina e Fenbendazol contra o câncer em podcast

Em uma ampla entrevista, Mel Gibson contou a Joe Rogan sobre sua experiência com o Remdesivir, a indústria farmacêutica e tratamentos alternativos


Mel Gibson gerou forte repercussão nas redes sociais e desafiou o estabelecimento médico durante uma conversa recente com o podcaster Joe Rogan. O ator e diretor colocou sob os holofotes o potencial terapêutico da ivermectina, do fenbendazol e de outras abordagens alternativas ignoradas pela grande indústria farmacêutica.

O perigo dos protocolos hospitalares e a experiência de Mel Gibson

Durante a pandemia, Gibson contraiu COVID-19 em abril de 2020. Após uma internação de uma semana, ele recebeu o antiviral Remdesivir, amplamente promovido na época, mas associado a taxas alarmantes de complicações renais e falcatruas financeiras hospitalares.

O tratamento quase custou sua vida. "(Remdesivir) mata você. Eu descobri isso depois. E é por isso que me pergunto sobre Fauci", desabafou Gibson a Rogan, questionando a impunidade das autoridades de saúde.

Hospitais chegaram a receber bônus financeiros do governo para priorizar o uso do Remdesivir e classificar óbitos como decorrentes da COVID-19. Esse incentivo financeiro perverso levantou suspeitas severas sobre o sacrifício de pacientes em troca de lucro corporativo.

Tratamentos alternativos e o tabu da cura fora da Big Pharma

A conversa evoluiu para o debate sobre o câncer e o modelo de negócios da medicina moderna. Gibson revelou que conhece casos reais de superação da doença em estágio avançado através de métodos não convencionais.

"Eu tenho três amigos. Todos os três tinham câncer em estágio 4. Todos os três não têm câncer agora", relatou o ator.

"Nós dois fomos para o mesmo hospital, e ele morreu, e eu não... Acho que nós dois pegamos Remdesivir, o que não é bom", explicou Gibson sobre a perda de seu jardineiro.


"Não sei por que Fauci ainda está andando por aí... ou pelo menos livre", observou.


"E o que eles levaram?", Rogan perguntou.


"Eles levaram... o que você ouviu que eles pegaram", respondeu ele.


"Ivermectina, fenbendazol", disse Rogan. "Estou ouvindo muito isso."


"Eles beberam cloridrato de uma coisa ou de outra... pessoas bebendo azul de metileno", acrescentou Gibson.


"Há muitas coisas que funcionam, o que é muito estranho", comentou Rogan. "Porque, novamente, é lucro. Quando você ouve sobre coisas que são demonizadas e elas acabam sendo eficazes, você sempre se pergunta: 'o que está acontecendo aqui?' Como nossas instituições médicas falharam conosco para que as coisas que curam você não sejam promovidas porque não são lucrativas? Eles não podem controlá-lo. Eles não têm uma patente sobre isso. Seja vitamina D, K2, magnésio, zinco. Eu faço todas essas coisas."

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Uma vez celebrado como um antiparasitário ganhador do Prêmio Nobel 🏆, a Ivermectina foi demonizada pelo governo e pela grande mídia durante a pandemia de Covid 🦠.

🤔 Por que a… pic.twitter.com/9iPORjQSDj

— 愛・ Ice ・男 (@IceSohei) January 12, 2025

O debate nas redes e o respaldo da ciência oncológica

Na sequência das declarações, um post aprovado por usuários no X levantou discussões profundas sobre a validade dos tratamentos integrativos. Vários internautas pegaram carona no tema, destacando que conhecem pessoas cujos resultados clínicos desafiam os limites da oncologia tradicional.

O depoimento de Gibson encontra eco em relatos da prática médica real. A cirurgiã oncologista Dra. Kathleen Ruddy relatou ao The Epoch Times que observou pacientes com tumores em estágio avançado experimentarem remissões impressionantes após o uso de ivermectina.

Casos clínicos documentados por especialistas

Um dos pacientes atendidos enfrentava um quadro severo de câncer de próstata em estágio quatro, tendo esgotado todas as alternativas convencionais sem sucesso. Diante do prognóstico terminal, ele iniciou o uso autônomo de ivermectina.

Em apenas meio ano, as lesões metastáticas começaram a regredir. Menos de doze meses depois, o paciente recuperou tanta vitalidade que conseguia dançar por quatro horas seguidas, várias vezes por semana.

Outro caso marcante envolveu um paciente chamado Eddie, diagnosticado com dois tumores esofágicos inoperáveis. Fumante inveterado, ele sofria com disfagia severa e havia perdido quase vinte quilos em poucos meses.

Após iniciar o protocolo alternativo, a transformação foi rápida. Em poucas semanas, recuperou a capacidade de engolir, ganhou peso e a voz se fortaleceu.

Novas exames de imagem confirmaram o quadro inacreditável. Os tumores haviam desaparecido por completo, transformando o único problema remanescente do paciente na necessidade de recomprar o barco de pesca que havia vendido quando acreditava estar no fim da vida.

Cirurgiã oncológica lança bomba sobre ivermectina

A ivermectina pode tratar o câncer? Assista à Dra. Kathleen Ruddy explicar o que aconteceu depois que ela observou pacientes com câncer em estágio avançado tomando esta “droga milagrosa”.

Você conhece aquele medicamento que todo… pic.twitter.com/Sny27HqbrL

— 愛・ Ice ・男 (@IceSohei) January 1, 2025
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