EUA recuam em mandatos de vacinas COVID-19, mas o Brasil segue impondo a obrigatoriedade

Enquanto os EUA encerram a justificativa legal dos mandatos, o Brasil segue pelo caminho oposto.

EUA recuam em mandatos de vacinas, mas o Brasil segue impondo a obrigatoriedade
Nos Estados Unidos, a reguladora Food and Drug Administration (FDA) anunciou o fim da autorização de uso emergencial das vacinas contra a COVID-19. A decisão limita oficialmente essas injeções apenas a grupos de risco, como idosos acima de 65 anos e pessoas com comorbidades. 

Para a população saudável, as vacinas não são mais recomendadas de forma ampla — ficando disponíveis apenas em uso off-label, quando prescritas por um médico após consulta. A medida foi anunciada como um retorno à “ciência, segurança e bom senso”, após anos em que milhões de trabalhadores foram coagidos a se vacinar sob ameaça de perder seus empregos. 

Esse recuo do governo americano confirma o que muitos críticos alertavam: os riscos superavam os benefícios para grande parte da população, especialmente diante dos inúmeros relatos de efeitos adversos, como miocardite, coágulos e até morte súbita.

O contraste com o Brasil


Enquanto os EUA encerram a justificativa legal dos mandatos, o Brasil segue pelo caminho oposto. Aqui, estados e municípios ainda aplicam medidas que impõem a obrigatoriedade, especialmente em crianças e adolescentes, sem debate amplo ou real liberdade de escolha. Pais continuam enfrentando pressões para vacinar seus filhos, muitas vezes sob risco de sanções legais, como perda de benefícios sociais ou restrições em escolas.

Mesmo com a queda do status de emergência mundial e as revisões em outros países, o Brasil mantém a política de obrigatoriedade como se fosse uma medida indiscutível. O Ministério da Saúde continua tratando a vacinação como “condição necessária” para a saúde pública, sem considerar as evidências científicas que questionam a real eficácia e segurança dessas doses em grupos de baixo risco.

Liberdade médica em xeque


A decisão da FDA mostra que governos podem recuar, ainda que tardiamente, diante de evidências. No entanto, no Brasil, a autonomia individual continua sendo atropelada em nome de decretos e campanhas oficiais. A questão que permanece é: até quando os brasileiros serão privados do direito ao consentimento informado?

Enquanto os EUA e outros países reconhecem que as vacinas contra a COVID-19 não se sustentam mais como universais, o Brasil insiste em empurrar a obrigatoriedade, ignorando a liberdade médica e os riscos já apontados pela própria ciência.

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