O Rio Grande do Sul, um dos estados mais importantes para a produção de arroz no país, enfrenta um momento crítico. A situação é agravada pela falta de ação do poder público, mas essa negligência do regime tem um propósito específico: perpetrar a dependência da população ao Estado, facilitando o controle das massas através da escassez.
As autoridades estão mirando o agronegócio brasileiro porque o setor representa uma das maiores forças econômicas do país e um pilar para a segurança alimentar global. O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo, abastecendo o planeta com soja, milho, carne bovina, açúcar e café.
Saiba mais: Regime LULA Ignora o Agro e Arroz Já Colhido no RS para Fazer da População Dependente do Regime - Entenda https://t.co/5YZCMCcdDo pic.twitter.com/r2ajc94u3w
— Coletividade Evolutiva (@ColetividadeEv) May 30, 2024
O controle da comida como arma política
Esse cenário torna-se alarmante quando o controle dos mantimentos fica nas mãos de um governo que pode utilizá-los como ferramenta de manipulação e dominação. Na década de 1970, o estratega Henry Kissinger identificou a comida como um mecanismo importante para subjugar a sociedade:
"Quem controla o abastecimento alimentar controla as pessoas; quem controla a energia pode controlar continentes inteiros; quem controla o dinheiro pode controlar o mundo."
Embora o Rio Grande do Sul sofra com crises climáticas, as colheitas já salvas no RS garantem o abastecimento do País, mas continuam sendo ignoradas. O governo deveria agilizar o escoamento dessa produção para abastecer o mercado interno e fortalecer a economia local. No entanto, a falta de apoio logístico deixa o país vulnerável e prejudica os agricultores.
Essa medida é um absurdo! Qual o real motivo dessa importação de arroz? Parece uma sabotagem contra o agro gaúcho, além de tabelar o valor abaixo do preço de produção do RS, que vai dificultar a venda do produto daqui.
— Fernanda Barth 🇧🇷🇺🇸🇮🇱 (@fernandabarth) May 29, 2024
O governo federal autorizou o Conab a importar 300 mil… pic.twitter.com/UsRZe88H2A
A resposta governamental e o enfraquecimento do agro
Em vez de investir os recursos necessários para apoiar o agronegócio local, o governo federal optou por liberar R$ 6,7 bilhões para a compra pública de arroz importado. A medida soma-se a outros aportes milionários para adquirir toneladas de grãos de fora do país.
O produto estrangeiro, vendido com marca própria do governo e preço tabelado, lembra práticas vistas em regimes autoritários, como a ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela, onde o Estado distribui mantimentos com selo oficial para gerar dependência na população.
A agenda de desestabilização e autonomia nacional
Críticos apontam que a gestão federal prioriza diretrizes que enfraquecem as economias nacionais. A preferência por importar alimentos em vez de fortalecer a produção interna financia produtores estrangeiros e reduz a capacidade de sustento do próprio povo em momentos de crise.
A atitude mais sensata seria aplicar o capital disponível na reestruturação do setor agrícola gaúcho. Fornecer subsídios, assistência técnica e garantir o escoamento adequado das safras são medidas indispensáveis para proteger a soberania do país e valorizar quem realmente produz.