Um tribunal em Atenas acaba de abrir as portas para uma avalanche de processos: o Estado grego foi condenado a pagar €300 mil à família de uma mulher que morreu após tomar a vacina AstraZeneca contra a Covid-19. A decisão rejeita a ideia de "voluntariedade" e afirma que políticas públicas de vacinação geram responsabilidade estatal direta.
Os juízes gregos foram claros: mesmo em campanha nacional, o governo não escapa da conta se houver nexo causal comprovado entre a dose e o óbito. Isso cria precedente perigoso para autoridades – e alívio para famílias em luto. Especialistas preveem mais casos, desde que laudos médicos sejam irrefutáveis.
A AstraZeneca já enfrenta batalhas parecidas no Reino Unido, com ações coletivas por coágulos sanguíneos que era considerados raros, admitindo riscos em casos mínimos. No Brasil, há condenações contra a própria AstraZeneca, como os R$ 3,75 milhões por morte de promotora grávida no RJ, e contra a União por danos pós-vacina no TRF6.
Vacinas mRNA: Do Triunfo ao Questionamento Mundial
O mundo avança em reconhecer que as vacinas da Covid-19 promovidas sob narrativas "seguras e eficazes", principalmente as de mRNA, como Pfizer e Moderna, foram um "experimento em massa" com efeitos colaterais subestimados. Tribunais europeus e decisões judiciais no Brasil (como TRF6 e TJ-RJ) assumem responsabilidade objetiva do Estado, sem precisar provar culpa – basta o dano.
Grécia marca o tom: em crises, decisões estatais têm custo eterno. Enquanto vacinas saem do foco obrigatório, famílias buscam justiça por tromboses, Guillain-Barré, miocardite, pericardite, névoa cerebral e mais efeitos de longo prazo que estão cada vez mais se revelando.
Reflexão Final: Um Desequilíbrio que Clama por Justiça
Enquanto a Grécia paga €300 mil e Europa questiona o "experimento mRNA", o Brasil multa pais por protegerem filhos de substâncias experimentais como o mRNA, mas ninguém responde por danos. É hora de equilibrar: obrigatoriedade sim, mas com formas seguras e testadas de longo prazo e responsabilidade total. Pais não são vilões; Estados, sim, quando falham. O mundo acorda – e nós?